Segunda-feira, Março 05, 2012

A VOL D'OISEAU - AS THE CROW FLIES


Exposição na Casa da Imprensa, dia 8 de Março, Quinta feira às 18 horas

Pequenas, muito  pequenas telas, algumas.

Sábado, Fevereiro 19, 2011

A Pluma gosta de ouvir Joan Newson, Laginha ou John Coltrane em "My favourite Things".
These are a few of her favourite things, dear Pluminha. Cão de atelier. Sabe tudo sobre mim.

Sábado, Janeiro 08, 2011

Dead man walking

Cavalos esquecidos, amarrados a um porte de iluminação numa esquina em Rio de Mouro.

Esquecidos há quanto tempo? Um deles fitou-me enquanto eu ali estive parado, abanou várias vezes  a cabeça, num olhar profundamente doce e resignado. Sabia tão bem tudo.

Sexta-feira, Janeiro 07, 2011

Paradou, brincar aos pescadores


Lá estão eles outra vez. As gargalhadas confundem-se com o verde excitante da vegetação, mais ou menos solta, selvagem, cuidada quanto baste mas muito alegre. Finge-se que se cai, que se mergulha na água do tanque/oceano, que nunca mais nada será tão importante como provar o equilibrio, um equilibrio flúido,fácil. O meu pai em primeiro plano, ao fundo a minha mãe a espreitar desejando que a brincadeira se afirme e que tudo valha a pena. O Artur dono da cana de pesca ao lado da Maria Georgina. Em baixo eu ao colo da minha Tia Filomena. Não se pesca nada. Está-se bem.
Estou bem nesse ano de 1957 ou 1958

Sábado, Dezembro 11, 2010

Terça-feira, Outubro 26, 2010

Ovelhas




Ovelhas,tinta s/ papel com logotipo APOLO Ltd
70x50 cm
1992












Ovelhas




Por  esta altura fiz várias telas de ovelhas.
Óleo s/ tela, 1987
pequena dimensão, cerca de 40x30

Quarta-feira, Outubro 20, 2010

Late Night Shift - O último Turno



                                    Oleo s/ tela
                                    2010
                                   

Sábado, Abril 24, 2010

"The Big Apple", 2010 (oil on canvas, oleo s/ tela)

"Dwelling" lye on black cloth , 2010 . (30x24cm) lixívia s/ flanela

"Gaze", 2010 - 17x24cm

"As in the circus" 2010, 30x24cm

"Let me,allow me" , 2010 - 17x24cm

"Moonlit animal through the forest", 2010 - 30x24cm

"Moonlit dwelling", 2010 - 24x30cm

"Office worker", 2010 - 17x24cm

"Riverside fireworks" 2010 - 17x24cm

"Some sort of shepherd" 2010, -17x24cm

"Thing walking", 2010 - 17x24cm

Terça-feira, Abril 21, 2009

festa convivio / studio warming party



Estiveram lá no dia 18 de Abril, no meu atelier em Assafora, Sintra, muitos familiares e amigos. Foi a inauguração do atelier que faltava fazer, e pude assim mostrar algumas telas mais recentes. Já tenho saudades do bom ambiente e dos abraços. Até já, numa exposição.
Ver uma centena de fotografias (obrigado Agostinho) em:
www.flickr.com/photos/ruiviana/show
e se quizer clique nas 4 setinhas em baixo à direita do slide show para ver o ecrã todo.

Segunda-feira, Abril 21, 2008

azul habitado


acrilico s/tela
163/131 cm
2000

Atelier (Assafora , São João das Lampas, Sintra)
Junho de 2005. Preparação para a exposição na Galeria Municipal da Guarda.
A nossa querida e paciente Pluminha.

Domingo, Abril 20, 2008

a escada para o quintal



Evoco registos que me tocam fundo na memória, na alma. Como sempre surgem alguns inesperados como é o caso dos caminhantes. É inquietante e próxima a possibilidade de andar sem rumo, a quatro , como ninguém anda, buscando uma razão para um sonho longínquo, erguer-me finalmente e espreitar para o outro lado dos muros todos, aliás a pintura é um meio para ver para além dos muros altos. Ver além.

A nossa infância, foi esclarecida com propostas de encantamentos, deslumbramentos, espreitadelas para o lado de lá. Desinquietações e inquietações à mão de semear.

Aquela escada para o quintal foi primeiro pintada pela Maria Georgina, um ícon da nossa infância. Atravessou os nossos dias e deixou um traço/sorriso. A escada de todas as outras brincadeiras. Tive o prazer de a subir e descer, à escala do meu lembrar, o cheiro do muro velho, o sol.

paisagem





















óleo s/ tela
2005

um canto do atelier

Terça-feira, Abril 08, 2008

pequeno caminhante 3






" As one looks at him one sees he has no skin. He is more or less a cloudy form. If you tried to touch him there would be no point at which you could say -" This is his outer layer",- because although he is increasingly dense as you penetrate toward his center , it is a gradual increase; there is no boundary of skin or fur to mark him off." Dora van Gelder (The real world of fairies)

líxívia s/ flanela
( 38x48cm)

2000




Segunda-feira, Abril 07, 2008

ilustração para um conto























ilustração n/ publicada para "Singularidades
dum diarista plural" Rui Cunha Viana" (meu Pai)
2000

Segunda-feira, Fevereiro 18, 2008