O Paradú
Segunda-feira, Março 05, 2012
A VOL D'OISEAU - AS THE CROW FLIES
Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012
Quinta-feira, Setembro 29, 2011
Sexta-feira, Setembro 16, 2011
Quarta-feira, Junho 15, 2011
Sábado, Fevereiro 19, 2011
Domingo, Janeiro 16, 2011
Sábado, Janeiro 08, 2011
Dead man walking
Sexta-feira, Janeiro 07, 2011
Paradou, brincar aos pescadores

Lá estão eles outra vez. As gargalhadas confundem-se com o verde excitante da vegetação, mais ou menos solta, selvagem, cuidada quanto baste mas muito alegre. Finge-se que se cai, que se mergulha na água do tanque/oceano, que nunca mais nada será tão importante como provar o equilibrio, um equilibrio flúido,fácil. O meu pai em primeiro plano, ao fundo a minha mãe a espreitar desejando que a brincadeira se afirme e que tudo valha a pena. O Artur dono da cana de pesca ao lado da Maria Georgina. Em baixo eu ao colo da minha Tia Filomena. Não se pesca nada. Está-se bem.
Estou bem nesse ano de 1957 ou 1958
Segunda-feira, Dezembro 27, 2010
Sábado, Dezembro 11, 2010
Segunda-feira, Outubro 25, 2010
Quarta-feira, Outubro 20, 2010
Domingo, Agosto 29, 2010
Sábado, Abril 24, 2010
Terça-feira, Abril 21, 2009
festa convivio / studio warming party


Estiveram lá no dia 18 de Abril, no meu atelier em Assafora, Sintra, muitos familiares e amigos. Foi a inauguração do atelier que faltava fazer, e pude assim mostrar algumas telas mais recentes. Já tenho saudades do bom ambiente e dos abraços. Até já, numa exposição.
Ver uma centena de fotografias (obrigado Agostinho) em:
www.flickr.com/photos/ruiviana/show
e se quizer clique nas 4 setinhas em baixo à direita do slide show para ver o ecrã todo.
Quinta-feira, Junho 19, 2008
Quarta-feira, Junho 18, 2008
Terça-feira, Junho 17, 2008
Segunda-feira, Abril 21, 2008
Domingo, Abril 20, 2008
a escada para o quintal

Evoco registos que me tocam fundo na memória, na alma. Como sempre surgem alguns inesperados como é o caso dos caminhantes. É inquietante e próxima a possibilidade de andar sem rumo, a quatro , como ninguém anda, buscando uma razão para um sonho longínquo, erguer-me finalmente e espreitar para o outro lado dos muros todos, aliás a pintura é um meio para ver para além dos muros altos. Ver além.
A nossa infância, foi esclarecida com propostas de encantamentos, deslumbramentos, espreitadelas para o lado de lá. Desinquietações e inquietações à mão de semear.
Aquela escada para o quintal foi primeiro pintada pela Maria Georgina, um ícon da nossa infância. Atravessou os nossos dias e deixou um traço/sorriso. A escada de todas as outras brincadeiras. Tive o prazer de a subir e descer, à escala do meu lembrar, o cheiro do muro velho, o sol.
Terça-feira, Abril 08, 2008
pequeno caminhante 3

" As one looks at him one sees he has no skin. He is more or less a cloudy form. If you tried to touch him there would be no point at which you could say -" This is his outer layer",- because although he is increasingly dense as you penetrate toward his center , it is a gradual increase; there is no boundary of skin or fur to mark him off." Dora van Gelder (The real world of fairies)
líxívia s/ flanela
( 38x48cm)
2000





































